Cuiabá, Marlise e produtores do vale do Guaporé se reúnem com secretário-adjunto de Infraestrutura
Fonte: navegadormt/AssCom
Autor: navegadormt/AssCom
Acompanhada do esposo Aldir Moraes, empresário Wilson Bruneta, Kleber Lima e do presidente do Sindicato Rural,Paulo Pimenta, a prefeita Marlise Moraes foi recebida na tarde de terça feira, 24, na secretaria de Infraestrutura pelo secretário-adjunto Ricardo Gomes, quando fez varias explanações sobre os problemas rodoviários que afetam o município e a necessidade de uma maior parceria com o governo do Estado para a solução dos problemas.
Marlise lembrou ao adjunto que no ano passado o governo Silval Barbosa, através da patrulha rodoviária enviou ao município apenas uma patrol e um caminhão. Insignificante para uma malha rodoviária estadual com mais de 250 km e, ainda tendo que manter a trafegabilidade das estradas vicinais e indígenas que atingem 1300 km e 300 pontes de madeira para manutenção.
Já o empresário Wilson Bruneta lembrou ao secretário que somente entre a fazenda Sperafico e a Bruneta serão colhidos mais de 2 milhões de sacas de soja este ano. E a colheita já começou, porem, terão muitas dificuldades para escoar a produção em função do alto índice pluviométrico na região. “Em dois dias tivemos mais 250 milímetros de pancadão de água e, quando o sol coloca a cara, temos que correr para colher enquanto não vem outra chuva”, afirmou ele, lembrando ainda que o drama maior vem na hora de sair com as carretas carregadas de soja, porque existem mais de dez bueiros e quatro pontes de madeira para serem vencidose a incerteza de que o produto não ficará atolado na estrada.
Com plano de trabalho entregue para a Secretaria de Infraestrutura do Governo Pedro Taques e, já garantidos cinco mil litros de óleo diesel por mês, Marlise e a “companheirada” do Fethab ouviu do secretário adjunto Ricardo Gomes, um verdadeiro “rosário” de problemas que o Governo Pedro Taques vem enfrentando para colocar ações práticas na “estrada”, que vão desde o desaparecimento de equipamentos das patrulhas, a falta de caixa, que é o pior de tudo.