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SEMEC, promove o 2º Curso de Libras com profissionais da educação

  • Publicado em 27/03/2015

Fonte: AssCom

Autor: AssCom

A Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Comodoro, através da Educação Especial, promove o 2º Curso de Libras com profissionais da educação. São os idealizadores e professores deste projeto o interprete de Libras Onésimo de Lima Pantoja, a Diretora Rosangela de Almeida dias Velho e a Coordenadora da Educação Urbana Carla Trevisan, As aulas acontecem todas as Quartas feiras, das 19h às 22h, com carga horária de 80 horas e previsão de término em dezembro. O curso possui 35 participantes e nesta quarta feira dia 25/03/2015, Tivemos a aula inaugural na Escola Estadual Cora Coralina, que abriu suas portas para receber o curso este ano.

Temos representantes de todas as escolas Urbanas do Município e de todas as escolas Estaduais, também Participando das aulas 12 alunos Surdos, que interagem e participam ativamente do processo de Aprendizagem dos Professores.

Segundo censo realizado em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE, cerca de 9,7 milhões de brasileiros possuem deficiência auditiva, o que representa 5,1% da população brasileira. Deste total cerca de 2 milhões possuem a deficiência auditiva severa, (1,7 milhões têm grande dificuldade para ouvir e 344,2 mil são surdos) e 7,5 milhões apresentam alguma dificuldade auditiva. No que se refere a idade, cerca de 1 milhão de deficientes auditivos são crianças e jovens até 19 anos. O censo também revelou que o maior número de deficientes auditivos, cerca de 6,7 milhões, estão concentrados nas áreas urbanas. 

Já, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (2011) 28 milhões de brasileiros possuem algum tipo de problema auditivo, o que revela um quadro no qual  14,8%  do total de 190 milhões de brasileiros, possuem problemas ligados à audição.

Pesquisas também apontam que o número de deficientes auditivos no Brasil deve somente crescer. Pois, além do aumento da população idosa no país, que saltou de 2,7% para 7,4% da população, apontado pelo censo do IBGE de 2010. As deficiências auditivas, que poderiam ser reversíveis se constadas até 06 meses de idade, no Brasil, porém, de acordo com Sociedade Brasileira de Otologia - SBO, apesar da obrigatoriedade do teste da orelhinha, são constadas a partir de 04 anos, idade considerada tardia pelos médicos. Outra pesquisa realizada no Rio de Janeiro em 2010 afirma que cerca de 20% das crianças com idade pré-escolar possuem algum grau de deficiência auditiva, porém não identificada.  

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